terça-feira, 19 de julho de 2011

Socorro em Urgência (Introdução)

        Aspectos éticos e legais
         Nem sempre o atendimento pré-hospitalar deve ser feito à vítima no local do acidente; isso pode não ser a coisa mais certa a fazer (mais importante do que saber o que fazer e saber o que não fazer).
         Antes do atendimento, devemos pedir socorro porque, no contrário, se a vítima vier a falecer, o indivíduo que atendeu já se comprometeu legalmente com a situação.

         Epilepsia – queda de língua (a língua não enrola).
         Hipoglicemia – queda da glicose circulante, semelhante a hipotensão, porem facilmente se reverte com a aplicação de glicose.
         Diabete – hiperglicemia; o paciente faz uso de hipoglicemiantes.
         Garantia de glicose como fonte de energia: alimentos com carboidratos complexos (consumo gradativo da glicose) – massas. Energia rápida: carboidratos simples.
         Causas possíveis de hipoglicemia: falta ou atraso na alimentação; dose de insulina em excesso; sensação de fome; fraqueza generalizada; atividade física excessiva; medicamentos hipoglicemiantes.
Sintomas de hipoglicemia: sonolência, suor frio, nervosismo, tremores.
         Hipotensão – aplica-se sal na região sub-lingual.
         Enjôo – e causado por descarga adrenérgica.
         Álcool – baixa o nível de glicose circulante.
         A atividade física regular ocasiona o aumento das câmaras cardíacas por estimulação, e conseqüente melhora na distribuição da irrigação. A freqüência cardíaca é menor.
         Há um alto índice de infarto nas academias. Deve-se saber se o aluno é diabético, se faz uso de medicamentos etc.
         Pacientes com disfunção na bomba cardíaca (ventrículo esquerdo): os alvéolos encharcam-se de liquido em minutos, dificultando a respiração. Deve-se diminuir o volume de sangue que chega a circulação; deve-se fazer rodízio de garroteamentos nas pernas e braços.
         Queimaduras – a extensão se dá por propagação do calor de uma célula para outra; mesmo assim, pode formar bolha. Isso quer dizer que o calor atingiu camadas mais profundas.          Não se devem aplicar pomadas, gelo etc. Qualquer substancia oleosa tapa os poros e dificulta a recuperação da área.
         Queimaduras de 1 grau – na praia (superficial);
         Queimaduras de 2 grau – bolhas (mais profunda);
         Grandes queimados: crianças com mais de 10% da área corporal queimada e adulto, mais de 15%. Risco de vida: maior facilidade de descompensar e fazer o choque circulatório.

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